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sábado, 14 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Tivesse eu esta queda para o Euromilhões e outro galo me cantava!
No único dia em que realmente estava para lá de atrasada, sou menina para ter cometido a proeza de encontrar o único taxista da capital - que digo?, do mundo!! - que para além de não ter o carro ornamentado com símbolos benfiquistas não usa bigode, contorna todas as poças e pocinhas do asfalto e tem o desplante de conduzir à vertiginosa velocidade de 40km/h, respeitando os semáforos e - heresia das heresias! - os peões nas passadeiras. Resultado? Tive a oportunidade d...e testemunhar a queda de um mito e demorei mais um quarto de hora a chegar ao destino do que se tivesse metido pernas ao caminho!
Naturalmente, como a evangelização tem de começar por algum lado, aproveitei a oportunidade para mandar a "tacadinha" do desrespeito sistemático dos seus congéneres pelos ciclistas! Vá senhor, vá e espalhe a palavra que eu já fiz o mesmo por si!
Naturalmente, como a evangelização tem de começar por algum lado, aproveitei a oportunidade para mandar a "tacadinha" do desrespeito sistemático dos seus congéneres pelos ciclistas! Vá senhor, vá e espalhe a palavra que eu já fiz o mesmo por si!
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Memória de elefante.
Refastelada no sofá, frente à lareira, interrompem-me o descanso com um toque constante de campainha. Sim, pessoas, é mesmo por tocardes mais vezes que eu me levanto mais depressa! Não sou surda nem coxa. Mas vou atender a porta quando eu quiser e bem me apetecer!!!
Desgrenhada, abespinhada com tamanha desfaçatez, lá vou eu ver onde há fogo. O que se segue podia ser um relato feito depois de ter andado na borga com o Pires de Lima, mas não: aconteceu mesmo.
Desgrenhada, abespinhada com tamanha desfaçatez, lá vou eu ver onde há fogo. O que se segue podia ser um relato feito depois de ter andado na borga com o Pires de Lima, mas não: aconteceu mesmo.
Fulano: Boa tarde.
Maria: Olá boa tarde. Posso ajudar? Faça favor de dizer ao que vem.
Fulano: [Bla bla bla: coisas lá dele e do meu pai e que a vós vão vos interessam para nada.] A menina não se alembra de mim?
Maria: Não... Desculpe mas assim de repente não estou a ver...
Fulano: Tem a certeza que não se alembra de mim?
Maria: Desculpe, mas não. [Já a dar voltas à moleirinha, a pensar de onde poderia conhecer aquela alma.]
Fulano: Pois, anda lá por fora não é? Já não conhece a gente.
Maria: Desculpe, não me leve a mal, mas de facto não estou mesmo a ver quem o senhor é.
Fulano [indignado e a dar-se a ares de ofendido]: Então, mas... mas... eu andei consigo ao colo!
Maria: Ahhh!!! [Suspiro de alívio] Nesse caso está explicado, senhor! Ainda só passaram 30 anos. Ia lá agora esquecer-me de si e de quando andou comigo ao colo!
Porquê meu Deus? Porque tentas desta maneira?
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Natal é quando a mana quiser!
Ainda o «tempo estava de ananases»* e já as montras expunham as árvores cheias de bolas e bolinhas. E ao lado a parafernália de presépios. Seguiram-se as ruas e as luzes. O cúmulo foi a mana ligar ontem a perguntar o que quero para presente de Natal. E como eu me mostrasse indecisa, a mana, a mesma que adora surpresas e presentes, diz-me dois meses antes qual é o meu presente. Deve pensar que até lá me esqueço e portanto está assegurado o efeito surpresa.
* Eça de Queirós
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Ah, a boa e velha escravatura!
Uma pessoa acorda cedo para fazer uns exercícios que deixem este rabo gelatinoso um nadinha mais consistente, esforça-se por ter juízo à mesa, faz ouvidos moucos aos apelos dos folhados que olham para si a implorar uma dentada... Uma pessoa chega ao escritório e seu querido chefe teve a brilhante ideia de comprar croissants para o pequeno-almoço. Ainda por cima dos bons! Não há condições! Que é feito dos patrões tiranos e velhacos?
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Armar aos cágados e ficar toda esmurradinha é... bem!
Ontem, já noite, trepei a uma árvore. O porquê agora não interessa para nada. O que importa aqui é que eu tenho vertigens e uma vez encarrapitada na dita cuja vi a vidinha a andar para trás por não saber como descer. Lá me agarrei a um galho com unhas e dentes e a modos que me deixei escorregar por ali abaixo, enquanto a J. se contorcia de riso em vez de me ajudar, fazendo questão de salientar que parecia uma lagartixa. Saí ilesa desta aventura palerma. Quase, vá, que o braci...nho esquerdo ficou sem pele em alguns sítios e por alturas do cotovelo ostenta uma bela de uma queimadura causada pela fricção.
Hoje, não contente com esta coisa de andar a desafiar a morte (sim, sou exagerada!), comi umas lulas que, soube depois, estavam estragadas. Até agora só sinto uma leve azia, mas talvez não me livre de uma purga à maneira.
E pronto, é isto a minha vida: sempre no fio da navalha, a enfrentar o perigo como gente grande.
Hoje, não contente com esta coisa de andar a desafiar a morte (sim, sou exagerada!), comi umas lulas que, soube depois, estavam estragadas. Até agora só sinto uma leve azia, mas talvez não me livre de uma purga à maneira.
E pronto, é isto a minha vida: sempre no fio da navalha, a enfrentar o perigo como gente grande.
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Brincar aos pobrezinhos na Caparica!
Cenário: Costa da Caparica.
Testemunhas: J. e C. (Obrigada por partilharem esta pérola).
Insólito para ler com sotaque, à tia de Cascais.
Senhor para sua digníssima esposa: Não gosto desta cadeira!
Esposa com ar de desdém para seu marido: Olhe querido!, se não gosta da cadeira, deite-se na areia como os pobres!
Testemunhas: J. e C. (Obrigada por partilharem esta pérola).
Insólito para ler com sotaque, à tia de Cascais.
Senhor para sua digníssima esposa: Não gosto desta cadeira!
Esposa com ar de desdém para seu marido: Olhe querido!, se não gosta da cadeira, deite-se na areia como os pobres!
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Nem só de gozar com os outros vive a Maria.
Um dia provas o teu próprio veneno. Hoje foi o dia!
Apanhada a Cherviscar... com a prótese deslocada!
Créditos da Imagem: Pedro & Joana
domingo, 20 de julho de 2014
segunda-feira, 14 de julho de 2014
A CP a arruinar-me a vida amorosa desde 19... e coiso!
Está uma caloraça de derreter os untos (como diria o Eça). Eu, de bochecha corada do afogueamento causado pela tentativa de manter a pose montada numas sapatecas altas, a arrastar duas malongas pesadas. Lá dou com um banquinho à sombra onde me sentar a descansar as ossadas. Abro a minha lancheirinha. Boa!, trouxe um iogurte, esqueceu-se-me a colher. Opto pela bolinha integral com marmelada. Este pão é daqueles horríveis (desculpai-me sudaneses, mas há pão horrível, sim!) que deixa farinha nas bigodaças. Estou nestas lindas figuras quando uma estampa alta, morenaça e para lá de espadaúda se senta ao meu lado, a comer um gelado. Estou esganada e cheia de calor. Não sei se me atire primeiro ao moço se ao Solero. Mas, malgrado os meus sorrisinhos amarelos, bem sei que não há primeira impressão que sobreviva a este cenário de cara vermelhusca e enfarinhada! São quase horas, entro no comboio. Destila-se lá dentro. Acabo de me sentar, fecho os olhos (que bonito era o moço pah) e quando os volto a abrir tenho uma baleia encalhada no banco contíguo. Universo, baby, grita mais alto que não te oiço!!
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Next round.
Estou viciada (até acordar virada para outro lado e nunca mais me alembrar da jogatana, que eu cá sou pouco dada a competições) num certo jogo. Dá-se o caso que a coisa corria bem e era divertido. Até ter chegado a um nível em que, por mais vezes que o passe, sempre que cometo um erro no nível seguinte recuo para o anterior. Inevitavelmente, dou por mim a pensar que me sucede o mesmo na vida: por mais que me esforce e que faça as coisas bem neste nível nunca tenho hipóteses de passar (a)o seguinte. Acontece que eu recuso-me a aceitar essa de que a lagartixa não nasceu para ser jacaré. Só que cansa! Oh se cansa!
terça-feira, 9 de julho de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Não sei quanto tempo mais aguento esta moda da destilaria...
Pode ser que seja do meu cérebro estar a pipocar mas ia jurar que em minha casa para além da água sair tépida das torneiras até a pasta de dentes estava quente!
sábado, 6 de julho de 2013
Não nos fiquemos pelas Marias...
Desengana-te se pensas que o pódio é todo teu Paula Cristina. E tu também Joana Isabel. Eis que conheci uma Carmen Lúcia. Sim, como a Carminho da novela. Estamos faladas, não estamos?
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Chanel N.º5 com o alto patrocínio da BP.
Não bastava eu ter zero jeito para pôr combustível na viatura (já aprendi porque é que a porra da pistola está sempre a disparar e já não demoro três quartos de hora para pôr 15 aerius de gasoile). Não. Não bastava. Para o ramalhete se compor como deve ser convém que quando a gente tira a mangueira do depósito para a colocar na bomba venha uma rajada de vento. Das boas. De maneiras que foi assim: as últimas gotas - ainda por sacudir - salpicaram-me as calças de ganga e a blusinha de seda. Nada de mais: só por sorte não me transformei numa tocha humana, mas 'tá tudo, Universo! 'Tá tudo! O que vale é que apesar das nódoas fiquei a cheirar bem. Valha-me ao menos isso!
quarta-feira, 3 de julho de 2013
É oficial: voltei a ser azarada!
Não chegava o Gasparzito e o Paulinho das Feiras darem-se a ares de ofendidiços e meterem-se ao fresco (mesmo a tempo das férias) tramando-me forte e feio, ainda houve por aí um génio no Expresso que teve a feliz ideia de querer continuar Os Maias. Pergunto: planeiam acabar com os gelados de canela e pistachio também? Tirai-me de vez as alegrias que me restam, vá.
sábado, 29 de junho de 2013
Ainda sou do tempo em que o Perna de Pau sabia a morango verdadeiro e não a uma nhanha agelatinada como agora.
Muito, muito antes da moda das Havaianas chegar a Portugal
(à minha aldeola, pelo menos), existiam uns chinelos de dedo azuis, com umas
riscas no meio da sola tipo arco-íris. Todos os Verões, comprovando que crescera,
tinha direito a um par novo, que comprava na mercearia do costume. Era isso e o
belo do Mini-Milk ou aqueloutro gelado cujo nome ignoro com sabor a banana. E, meninos, era feliz. Oh se era!
Entretanto a minha tia [atolambadinha que dói], a
descer da Scotter, de chinelos, pregou uma tamanha panada num pedregulho que
até a unha do dedo grande lhe saltou. Comecei então a preferir sapatecas
fechadas. Só porque sim.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Pareceu-me até ouvir um "Vá lá ver, é tudo a 5€, ó freguesa!"
Há quem veja na majestosidade do Taj Mahal, na beleza do rosto do Brad Pitt, na singularidade de um golo, na perfeição do corpo da Bar Rafaeli ou até mesmo nos meus lindos olhos a prova de que Deus existe. Há quem pasme, justamente, perante paisagens a perder de vista. Já eu tive recentemente a prova de que o Inferno também é coisa para ser real. Entrei numa certa H&M. Não consigo dizer mais nada sobre a dilacerante experiência por que me foi dado passar. Ainda estou fortemente medicada.
terça-feira, 18 de junho de 2013
Digo-vos eu que o Noé era tudo menos parvo!
Brian Adams, meu menino, o teu verão de '69 deve ter sido uma pândega, que deve. Acredito que that summer seemed to last forever, de facto. A tal ponto que, em calhando, el Verano se esgotou todo nos idos sessenta. Porque no ano da graça de 2013, em meados de Junho, chegar à porta de casa e constatar que chove tanto que usar a palavra dilúvio é um eufemismo e, por isso mesmo, ter de voltar atrás para descalçar a sandaloca e me ataviar com a bela da botifarra é, só assim de repente, uma grande porra!
domingo, 16 de junho de 2013
Receita para a desgraça.
Os amigos já cá estavam. Os primos fizeram o "sacrifício" de aparecer. Um telefonema. Jantar marcado. E outro. E outro. O resto? O resto é feito de noite iluminada pelas lanternas coloridas, pelas fitas emaranhadas que atravessam de janela a janela, pelo cheiro a sardinha assada, pelo fumo que se entranha mas no qual ninguém repara, pelas ruas em confusão, pelas pessoas que convergem para os becos e bairros, por pregões lançados por vozes pujantes, por matronas bem providas de carnes que se abanam escadarias acima, pelo cheiro a farturas e a churros, por casais que se abraçam, por raparigas lindas que dançam embaladas pelas marchas, por copos que tilintam (ok, tilintar se calhar é de mais que nestes dias é tudo de plastique e upa upa) em brindes infindáveis, por gargantas roucas de cantarolar até de madrugada, por risadas partilhadas, por regressos a casa quando o dia começa a clarear, por um trautear que fica no ouvido e não mais me abandona(rá). Lisboa, que linda que ela é!
* A bem da verdade deveria dizer que é também dores de cabeça, sonos trocados, corpos moídos, pés esfalfadinhos. Mas que sa lixe. Isso são apenas pormenores.
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