Dava tudo para entender o desarranjo cósmico que faz com que se me atravessem constantemente no caminho opções que aos olhos dos outros podem até ser tábuas de salvação mas que a mim me soam a uma grande indecisão e dor de cabeça. A não ser que esteja a passear a pé ou de bike detesto encruzilhadas e a minha fada madrinha já devia saber disso!
sábado, 16 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
Era eu a única que não sabia o final do dito...?
Eis-me chegada àquela bonita idade em que finalmente aprendi o adágio por completo: "Se dormes na forma rápido passas a ser bolo. O truque é conseguir ser o padeiro!"
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Separados à nascença.
Parece-me óbvio: temos ambos bom feitio e, a avaliar pelo meu ar quando me vi ao espelho hoje de manhã, usamos o mesmo desmaquilhante de olhos.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Hipo é o meu segundo nome!
Com um ritmo destes não tarda estou com um pandeiro mesmo à black. A juntar aos sundaes da perdição acabo de emborcar p'raí meio litro de leite creme. Cada um lida com a febre causada pelas vacinas como bem lhe apetece, 'tá?
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Da minha tendência para a injustiça.
Pois que a despedida foi a rambóia pegada, com muito confetti, muito balão a esvoaçar, muito brinde, muita foto para a posteridade.
Vá, agora a sério: embora prefira as da Pastelaria Orquídea e sempre com companhia, a torrada não estava má de todo! E houve quem tenha feito por estar e com isso tenha tornado a ida menos solitária. Ponto.
Do meu "até já" levo o improviso: o chegar de surpresa, pegar nos que me fazem bem, rir até às lágrimas com eles, sem dramas nem complicações. São os abraços desses - dos príncipes e princesas que reinam no meu coração - que me acompanharão estrada fora. O resto... bem, ouvistes este estrondo agora mesmo? Quando um coração se fecha faz mais barulho do que uma porta. Hora de começar de novo. Lição aprendida. Só levo na mala o que preciso e no coração quem interessa.
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