segunda-feira, 8 de julho de 2013

Não sei quanto tempo mais aguento esta moda da destilaria...

Pode ser que seja do meu cérebro estar a pipocar mas ia jurar que em minha casa para além da água sair tépida das torneiras até a pasta de dentes estava quente!

domingo, 7 de julho de 2013

Coisas com que não posso nem à lei da bala #2

Há pessoas que para darem a entender que se desmancharam a rir com as nossas piadas soltam um muy eloquente lol, um ahahah, um eheheh ou um ihihih.
Há pessoas cujo som da gargalhada chega através de um "estamos espiruituosas hoje" ou "Tu vens obsceno de Celorico, Ega!".
Adivinhai quem me merece resposta e quem fica a olhar para o ecrã vazio do telemóvel.
Poupande-me, fazendo favor!!

sábado, 6 de julho de 2013

Não nos fiquemos pelas Marias...

Desengana-te se pensas que o pódio é todo teu Paula Cristina. E tu também Joana Isabel. Eis que conheci uma Carmen Lúcia. Sim, como a Carminho da novela. Estamos faladas, não estamos?

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Não é mau feitio. Tinha era fome!

Quando eu penso que no tocante a atendimento ao público já vi e ouvi de tudo, eis que há sempre mais algum(a) cromo(a) disposto(a) a encimar a lista de bacoradas das mais valentes jamais vistas. A última deu-se numa Padaria cujo nome nem preciso de dizer porque não me paga para a publicitar (muito menos tratando-se de má publicidade) e porque tenho intenções de a riscar de vez do meu mapa.
Caríssimos senhores da dita pastelaria, a ver se nos entendemos: da terra de onde eu venho (e tenho cá para mim que na terra de quase todas as outras pessoas) uma torrada implica duas fatias. No mínimo. Pode ser uma fatia compridona cortada em duas. Ou podem ser duas mais pequenas. Mas uma só fatia, de tamanho pequeno (nem médio era), não é uma torrada aqui nem em lado nenhum! 
Dava tudo para a rapariguinha ter desatado a argumentar comigo quando lhe disse que o singular - torrada - está para as duas fatias como sandes está para um pão só: é assim mesmo e pronto!
 
Se ainda ao menos me pagassem para vos andar a educar!

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Chanel N.º5 com o alto patrocínio da BP.

Não bastava eu ter zero jeito para pôr combustível na viatura (já aprendi porque é que a porra da pistola está sempre a disparar e já não demoro três quartos de hora para pôr 15 aerius de gasoile). Não. Não bastava. Para o ramalhete se compor como deve ser convém que quando a gente tira a mangueira do depósito para a colocar na bomba venha uma rajada de vento. Das boas. De maneiras que foi assim: as últimas gotas - ainda por sacudir - salpicaram-me as calças de ganga e a blusinha de seda. Nada de mais: só por sorte não me transformei numa tocha humana, mas 'tá tudo, Universo! 'Tá tudo! O que vale é que apesar das nódoas fiquei a cheirar bem. Valha-me ao menos isso!