quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Vi eu com estes dois olhinhos! #13


Não fosse dar-se o caso de cair um nevão e tal ou de uma pessoa se distrair e perder-se no meio do nevoeiro, zimbas, o melhor é ataviar o pai e a cria de fluorescente! Depois admiram-se que eu circule de óculos de sol nas superfícies comerciais.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Vi eu com estes dois olhinhos! #12


Alguém sabe onde posso comprar igual? Estou precisada de mudar. Só tenho collants pretos e vai-se a ver o que está a dar é o estampado!
 

* J.P., com as retinas doridas e a alma em fanicos ainda conseguiu sacar do tlm para registar o momento.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Dicionarizar #10



* Com o alto patrocínio do P.P.M., um fiel seguidor, cá dos nossos, que descobriu este atentado!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Amamentar é como usar leggings: não é para serem usadas por todas nem em todo o lado!

Não é sempre, mas de quando em vez, mormente quando o calorzinho assim o pede, somos meninos para depois de uma passeata de BTT alapar no sítio do costume, a lambuzar-nos com umas certas tostas que são divinais. Ataviados de lycra e empoeirados ou enlameados (consoante a estação do ano) sentamo-nos na esplanada. Comemos, bebemos, conversamos, convivemos. Nas mesas ao lado outros grupos fazem o mesmo. Calhou que num destes dias a mesa do lado foi ocupada por uma família e um par de amigos da dita. A senhora que hoje aqui me traz botava um corpinho jeitoso. Só por si isso atiça-me logo a má língua. [Sim, sou uma verrinosa e desculpar-me-eis, mas falar mal todos falamos, ao menos eu tenho o bom senso de o fazer de forma discreta e nada ofensiva, creio]. Vai que a dita senhora decide que bem bem é começar a dieta no ano que vem e nos entretantos ir avolumando com uns gelados. Até aqui tudo ok. Cada um sabe de si e o Serviço Nacional de Saúde saberá de todos. Acresce que a referida senhora, do nada, saca da mama direita (para que vejais como me marcou a cena até esses pormenores decorei), deita o seu mais-novo e vai de lhe dar de mamar ali. A peitaça da senhora era assim um encontro entre a da Kim Kardashian e a da Pamela Anderson: um tamanho de alto lá com ela que até eu fiquei de olho à banda, quanto mais os moços que me acompanhavam. Pasmámos de imediato. Na esplanada. Enquanto se lambuzava (uso o verbo com toda a propriedade porque comia mesmo sem maneiras) com o gelado, a senhora amamentou o seu filhote. A páginas tantas a criança já não comia, brincava com a mama, choramingava, e a senhora ali, toda contente, com o peito de fora continuava a comer o seu gelado e a gargalhar alto. Fomos, dirão alguns, uns tolinhos: amamentar é um acto natural que não deve suscitar qualquer admiração. E se assim é onde reside aqui o insólito ou o estranho, o correcto ou incorrecto da situação? Pois que eu acho bem: se a Mulher quer amamentar e pode, faça-o à sua real vontade. Mas vamos lá ver: há situações e situações e há locais e locais. E, sobretudo, há formas e formas de o fazer.
 
Neste momento o mundo blogosférico está em guerra. Esta fofucha, que até tem piada e tudo, cometeu  o "erro" de criticar a malta que decide alimentar em público os seus filhos sem recato algum. E foi um vai-que-te-avias, de mães de varapau em mão, a atacar a moça, argumentando que é um acto natural e que não vêem qual o mal de o fazer em público, e que as pessoa se ofendem com pouco, e que é uma falta de respeito pedir que as pessoas se tapem enquanto o fazem. Vamos lá ver aqui uma coisa: aqueloutra senhora de que vos falo ali em cima teve, certamente, uma postura bem diferente da que deu origem ao post da Leididi e ao meu e a outros tantos. "Hotel obriga mãe a tapar-se com um pano para amamentar bebé" Nas fotos podemos ver a senhora, numa postura bastante mais recatada do que a da esplanada, que insistia em ter aquele mamaçal todo exposto, sem cuidado algum. Estão ambas no seu direito, tal como o Hotel. Mais uma vez não se peca tanto pelo conteúdo e muito mais pela forma.
 
Sumariamente: não tenho nada contra mães, menos ainda contra mães amamentadeiras. Mas a modos que nestas coisas acho que não custa usar o bom senso, perceber os contextos e, embora o ar seja de todos e cada um faça o que quer, procurar respeitar os outros. Por mim aplicamos a regra das leggings: existem, podem ser usadas, mas não é por todas nem em todo o lado. Qual é a necessidade de me obrigarem a ver rabos encelulitados até mais não? Da mesmo forma as mamas das mamãs que amamentam poderiam ser mais resguardadas. É que por cada injustiçada que se comporta como deve ser em público temos outras tantas que não têm noção e que simplesmente fazem de um acto ímpar entre mãe e filho um momento completamente insólito e vulgar!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

O presépio.

Sou assumidamente nataleira. Gosto da ceia, das reuniões de família, das luzinhas, das decorações, das musiquetas. Oh, o que eu gosto das musiquetas. Um mês antes já eu ando a trautear músicas de Natal, tornando-me (ainda mais) insuportável para quem comigo convive. Gosto do Natal. Foi durante anos, aliás, a minha quadra favorita. Tendo dito isto, assumo que na minha casa não há um único indício da época festiva que se avizinha. Nem árvore, nem presépio, nem luzes, nem coroas. Nada. Entretenho-me muitas vezes a namorar as montras, a magicar na compra deste e daquele adorno. Volto sempre para casa de mãos vazias. Ainda não é a hora.
 
Desde que me conheço por gente em casa havia sempre presépio. E árvore. Verdadeira. Um pinheiro verdadeiro. O meu preferido era o de casa da Avó, com pinhas e Pais-Natais de chocolate. Que me perdoe a tia T., que sempre prezou pelo aprimorado das suas decorações, mas o da Avó era o da Avó. Aquela simplicidade deixou saudades. Tal como a dos presépios, que até banda filarmónica tinham!
Não me recordo - era o que mais me faltava, também! - de todos os presépios, nem de todos os Natais. Vagamente, que seja, consigo rememorar bastantes. Lembro-me de um em particular. Do último presépio que fiz. Desde então nunca mais foi a hora.

O pai tem-se por habilidoso. Que o é! E quando mete uma ideia na cabeça põe mãos à obra. Eu e ele fazíamos o presépio no jardim. A gruta onde o Menino haveria de nascer, com um empedrado cuidado. O entorno campestre, com o musgo, as silvas. Animais espalhados por aqui e por ali. Lembro-me particularmente da escada minúscula que fez com pauzinhos para as galinhas se empoleirarem no andar cimeiro do estábulo. Nunca se ouviu dizer que a Sagrada Família tenha ceado canja ou ovos estrelados, mas no nosso presépio havia galinhas. Um galo madrugador, que fosse!

A essa hora, a uns kms de nós, um choque frontal entre dois veículos mudava para sempre a vida de um grupo de pessoas, entre as quais, muito indiretamente nos viemos a incluir. Uma cara desfeita, uma perna amputada, e outros tantos efeitos colaterais que só viemos a sentir meses depois.
A essa hora tocou o telefone. O presépio ficou como estava. A meio caminho entre a obra-prima (não sei se já disse que o pai é habilidoso) e um simples amontoado de pedras e de verduras. Não me lembro de como foi esse Natal. Não tenho ideia sequer. Eu, que sei de cor a página, a linha, onde li determinada frase, tenho esta tendência - alguns dirão mecanismo de defesa - de esquecer determinados episódios. Arquivado nalguma gaveta da memória está esse Natal. Lembro-me sim do telefonema. Como para sempre me hei-de lembrar daquele outro, ao início da manhã, que me arrancou o chão dos pés e me deixou por muitos anos numa luta interna permamente.

Ouvi dizer a alguém que na sequência de episódios dramáticos, daqueles que exigem que congreguemos todas as forças e energias que nem sabemos ter, o nosso corpo, pelas reacções hormonais e outras desencadeadas pelos picos de stress, desenvolve determinadas patologias. Meses depois, passadas as agruras iniciais do rescaldo do acidente, queixaste-te de uma terrível dor de cabeça. De uma pontada. Pelos antecedentes familiares, pela carga genética que todos transportastes, sabias sem que precisassem de to confirmar que era esse o princípio do fim. E foi. Carregaste durante alguns meses, estoicamente, às costas o peso de toda a tragédia. Foste o pilar inabalável da família. Começou então o teu calvário particular,  a vida que me dizias vezes sem conta "não ser vida".

Olho para as árvores bonitinhas, engalanadas com bolas e fitas, nas montras da cidade. Já por várias vezes estive tentada a comprá-las. Mas volto sempre para casa de mãos vazias. Ainda não é a hora. Ainda não me apetece despedir de ti. Ainda não é este ano que te vou arquivar nalguma gaveta da memória. Já apaguei o número do telemóvel do meu cartão. Um passo de cada vez. Para o ano. Para o ano eu e o pai fazemos um presépio no jardim. Afinal de contas eu adoro o Natal. Só não me apetece estar a construir memórias assentes em pilares de outras tão tristes. Quando o souber como o fazer sem que me doa haveremos de fazer o presépio mais lindo da aldeia.
 

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Tivesse eu esta queda para o Euromilhões e outro galo me cantava!

No único dia em que realmente estava para lá de atrasada, sou menina para ter cometido a proeza de encontrar o único taxista da capital - que digo?, do mundo!! - que para além de não ter o carro ornamentado com símbolos benfiquistas não usa bigode, contorna todas as poças e pocinhas do asfalto e tem o desplante de conduzir à vertiginosa velocidade de 40km/h, respeitando os semáforos e - heresia das heresias! - os peões nas passadeiras. Resultado? Tive a oportunidade d...e testemunhar a queda de um mito e demorei mais um quarto de hora a chegar ao destino do que se tivesse metido pernas ao caminho!
Naturalmente, como a evangelização tem de começar por algum lado, aproveitei a oportunidade para mandar a "tacadinha" do desrespeito sistemático dos seus congéneres pelos ciclistas! Vá senhor, vá e espalhe a palavra que eu já fiz o mesmo por si!

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Memória de elefante.

Refastelada no sofá, frente à lareira, interrompem-me o descanso com um toque constante de campainha. Sim, pessoas, é mesmo por tocardes mais vezes que eu me levanto mais depressa! Não sou surda nem coxa. Mas vou atender a porta quando eu quiser e bem me apetecer!!!
Desgrenhada, abespinhada com tamanha desfaçatez, lá vou eu ver onde há fogo. O que se segue podia ser um relato feito depois de ter andado na borga com o Pires de Lima, mas não: aconteceu mesmo.
 
Fulano: Boa tarde.
Maria: Olá boa tarde. Posso ajudar? Faça favor de dizer ao que vem.
Fulano: [Bla bla bla: coisas lá dele e do meu pai e que a vós vão vos interessam para nada.] A menina não se alembra de mim?
Maria: Não... Desculpe mas assim de repente não estou a ver...
Fulano: Tem a certeza que não se alembra de mim?
Maria: Desculpe, mas não. [Já a dar voltas à moleirinha, a pensar de onde poderia conhecer aquela alma.]
Fulano: Pois, anda lá por fora não é? Já não conhece a gente.
Maria: Desculpe, não me leve a mal, mas de facto não estou mesmo a ver quem o senhor é.
Fulano [indignado e a dar-se a ares de ofendido]: Então, mas... mas... eu andei consigo ao colo!
Maria: Ahhh!!! [Suspiro de alívio] Nesse caso está explicado, senhor! Ainda só passaram 30 anos. Ia lá agora esquecer-me de si e de quando andou comigo ao colo!
 
 
Porquê meu Deus? Porque tentas desta maneira?

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Natal é quando a mana quiser!

Ainda o «tempo estava de ananases»* e já as montras expunham as árvores cheias de bolas e bolinhas. E ao lado a parafernália de presépios. Seguiram-se as ruas e as luzes. O cúmulo foi a mana ligar ontem a perguntar o que quero para presente de Natal. E como eu me mostrasse indecisa, a mana, a mesma que adora surpresas e presentes, diz-me dois meses antes qual é o meu presente. Deve pensar que até lá me esqueço e portanto está assegurado o efeito surpresa.
 
 
* Eça de Queirós

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Olhar com olhos de ver.

«Hoje a M. está triste. Não lhe perguntei o que tem propositadamente. Não porque não me preocupe ou não queira saber, mas porque vi no seus olhos que é algo profundo
 
Conhece-me há apenas meia dúzia de meses. Temos uma relação completamente formal. E sabe-me melhor do que tantas pessoas que fazem parte da minha vida há anos. As pessoas não param de me supreender. Felizmente, nem sempre pela negativa.
 

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Dicionarizar #9

Desgrassa é escrever assim, isso é que é uma desgrassa sem graça nenhuma!
 
 
 

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Narrativa mágica #4

Ítaca

Quando abalares, de ida para Ítaca,
Faz votos por que seja longa a viagem,
Cheia de aventuras, cheia de experiências....
E quanto aos Lestrigões, quanto aos Ciclopes,
O irado Poséidon, não os temas,
Disso não verás nunca no caminho,
Se o teu pensar guardares alto, e uma nobre
Emoção tocar tua mente e corpo.
E nem os Lestrigões, nem os Ciclopes,
Nem o fero Poséidon hás-de ver,
Se dentro d'alma não os transportares,
Se não tos puser a alma à tua frente.


Faz votos por que seja longa a viagem.
As manhãs de verão que sejam muitas
Em que o prazer te invada e a alegria
Ao entrares em portos nunca vistos;
Hás-de parar nas lojas dos fenícios
Para mercar os mais belos artigos:
Ébano, corais, âmbar, madrepérolas,
E sensuais perfumes de todas as sortes,
E quanto houver de aromas deleitosos;
Vai a muitas cidades do Egipto
Aprender e aprender com os doutores.
 
Ítaca guarda sempre em tua mente.
Hás-de lá chegar, é o teu destino.
Mas a viagem, não a apresses nunca.
Melhor será que muitos anos dure
E que já velho aportes à tua ilha
Rico do que ganhaste no caminho
Não esperando de Ítaca riquezas.
 
Ítaca te deu essa bela viagem.
Sem ela não te punhas a caminho.
Não tem, porém, mais nada que te dar.
 
E se a fores achar pobre, não te enganou.
Tão sábio te tornaste, tão experiente,
Que percebes enfim que significam Ítacas.
 
Constantino Kavafis

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Pecado.

Há uma malta toda ela musculada que se exercita no parque cheio de artefactos exercitadeiros aqui ao lado do sítio onde espero a chegada do autocarro. Estão consumidos por uma dúvida atroz, pelo que oiço. Pausa nas séries para conferenciar. Diz um que é pecado sim senhor. Diz o outro que não, que se for boa é até um desperdício. Tenta rematar a conversa com uma sentença definitiva um outro: «É pecado se for a Avó, a Mãe, a Irmã... e acho que a Sobrinha também. Mesmo que seja toda boa!»
[Pergunto-me de onde saem estes espécimes raros que teimam em cruzar o meu caminho.]

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Vistas.

Vejo-o sempre ali. Àquela hora. Ampara-se numa bengala. Os movimentos lentos denunciam a idade de um corpo que parece enferrujado mas também as consequências de algum ataque que terá tido. É cego de um olho. E quando olho para ele tenho vontade de chorar. As pessoas cegas dão-me sempre vontade de chorar - é tão lindo o mundo e eles sem o poderem apreciar com a vista. Costuma ter o olhar fixo no vazio, como se de facto não visse nada e o olho que ainda vê parece-me imensamente mais cego do que o outro, tal é a ausência de vida que ali noto.
Hoje ajudei-o a atravessar a rua. A força com que me deu a mão soou-me a um apelo, como se pedisse para ficar assim, ancorado no meu braço. Agradeceu-me com uma voz sumida. Olhei para ele e tive vontade de chorar. É isto a solidão?
 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Afectos partilhados

Nunca falo com o L. que não me lembre da minha Avó. É um amor que partilhamos. De diferente intensidade, claro, que Avó para ele só a I., a quem venera. Mas ele, como eu, gostava da Avó, da minha. E sempre que estávamos longe perguntávamo-nos como ela ia e aquele que estivesse mais perto passava as impressões da última visita.
 
Não precisamos de dizer o nome. Vem-me à memória instintivamente. Sempre. Um dos dias mais felizes da sua vida coincidiu com um dos mais tristes da minha. Uma semana após a sua morte, no dia em que completaria 90 anos, o L. casou-se e eu estava lá. Apática ainda, a tentar ser feliz com ele e por ele. E fui. Mas sei que as lágrimas que chorámos quando nos abraçámos não foram só de alegria.
 
Nunca falo com ele que não me lembre dela. Não apenas por este afecto em comum, mas por o que ele tem de genuíno, por o que nele é a terra - a nossa terra -, por completar as minhas ideias e frases com provérbios que nos remetem automaticamente para os bancos de pedra com os velhinhos sentados à soalheira, por nos rirmos tanto e tão desbragadamente quando falamos, por sentirmos de ambos as alegrias e conquistas de cada um.
 
Tenho pena que a Avó já não vá conhecer o teu L., que ainda vem a caminho e já te faz tão feliz. Haveria de ficar feliz por ti. Como eu fiquei. Certa de que serás o melhor pai do mundo.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

A parvoíce ainda não paga imposto? Devia!

Herdades! Herdades de gajos espertos para me saírem na rifa e logo me vão calhar estes cultivadores de hortas à beira estrada plantadas!

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Dicionarizar #8


E é isto a minha vida: uma luta constante para não sucumbir à vontade de sair porta fora, de dicionário em punho, a evangelizar esta cambada que ousa tratar desta forma grosseira a nobre língua do outro desgraçado que por pouco não morre afogado, coitadinho! Mas como nem só da forma vive o texto, o conteúdo também não deixa nada a desejar: aquela parte em que assume ser um iluminado, capaz de conceber um plano tremendo, não deixa espaço para dúvidas acerca da qualidade da inteligência do tipo.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Episódios da Vida Portuguesa #1

Algures numa carruagem de comboio é chegada a hora da "bucha".

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Bom senso às colheradas como se fosse óleo de fígado de bacalhau!

Eu sei que não entendo nada disto mas quer-me parecer que a mãe daquele rapazito suspeito de ter ateado sete incêndios na Covilhã vir dizer publicamente, numa entrevista em que aparece a fumar, que "põe as mãos no lume por ele" não ajuda muito na defesa do cachopo. Aliás, só vem confirmar a tendência familiar para brincadeiras perigosas com as labaredas!

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Ah, a boa e velha escravatura!

Uma pessoa acorda cedo para fazer uns exercícios que deixem este rabo gelatinoso um nadinha mais consistente, esforça-se por ter juízo à mesa, faz ouvidos moucos aos apelos dos folhados que olham para si a implorar uma dentada... Uma pessoa chega ao escritório e seu querido chefe teve a brilhante ideia de comprar croissants para o pequeno-almoço. Ainda por cima dos bons! Não há condições! Que é feito dos patrões tiranos e velhacos?

sexta-feira, 22 de agosto de 2014